Não guardamos como grileiro, a nossa certidão de casamento
Não nos esquecemos que nossos corações não são terra negociáveis
Portanto, o nosso amor não se cultiva com o passar do tempo
Mas medra com o carinho das nossas mãos, adubo e água
As flores desabrocham quando chega a primavera
A mesma planta sempre abre o seu pendão de cores.
Quando aquecida, molhada, balançada pelo vento
Esboça toda a sua exuberância ao sabor da vida
A mesma planta sempre abre o seu pendão de cores.
Quando aquecida, molhada, balançada pelo vento
Esboça toda a sua exuberância ao sabor da vida
A primavera não espera as flores esboçarem nos galhos
Ela vem antes, sorrindo, sob um céu de um puro anil
Em passos de dança, valsas, bailados ou rodopios
Como parceira alegre, fazendo cantar os passarinhos,
Ela vem antes, sorrindo, sob um céu de um puro anil
Em passos de dança, valsas, bailados ou rodopios
Como parceira alegre, fazendo cantar os passarinhos,
Nosso relógio não tem ponteiros de tempo de amor
Suas badaladas constantes, festejam os doces arrulhos.
Não marcamos horas, dias, semanas, meses e anos
Portanto, Ele nunca nos diz que a nossa estação acabou.
Suas badaladas constantes, festejam os doces arrulhos.
Não marcamos horas, dias, semanas, meses e anos
Portanto, Ele nunca nos diz que a nossa estação acabou.
Por Guiomar Barba
06.09.2016

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