Em Jaboque lutei com um forte anjo e venci
Encontrando Esaú no meu caminho, de medo tremi.
Quando ele já não me era uma ameaça,
Lhe ofereci presentes em troca da minha vida
Deitei a minha esperança sob uma árvore
Não queria ver a foice da morte ceifá-la
Meus olhos se abriram como uma mágica
Vi o poço que me segredou: “não tenha medo”.
Não queria ver a foice da morte ceifá-la
Meus olhos se abriram como uma mágica
Vi o poço que me segredou: “não tenha medo”.
Matei sem assombro, quatrocentos profetas de baal
Pelo deserto, apressado, de medo de Jezabel, fugi
Em uma caverna, fria, sombria, me escondi
Não sabia! Uma carruagem me esperava para subir
Pelo deserto, apressado, de medo de Jezabel, fugi
Em uma caverna, fria, sombria, me escondi
Não sabia! Uma carruagem me esperava para subir
Malhando o trigo com medo dos midianitas,
Soube por um anjo que eu os venceria
Apavorado ainda pedi duas grandes provas.
Com trezentos homens, milhares venci.
Soube por um anjo que eu os venceria
Apavorado ainda pedi duas grandes provas.
Com trezentos homens, milhares venci.
Me escondi sem medo no porão de um navio.
Desviando-me da ordem de Deus, fui para Tarso
No ventre do enorme peixe, por medo decidi
Obedecer a Deus e seguir para Nínive.
Desviando-me da ordem de Deus, fui para Tarso
No ventre do enorme peixe, por medo decidi
Obedecer a Deus e seguir para Nínive.
Pedi ao Mestre para andar por sobre as águas
Ele prontamente atendeu ao meu desejo.
Olhando para a força das ondas agitadas
Tive medo, embora Jesus estivesse ali.
Ele prontamente atendeu ao meu desejo.
Olhando para a força das ondas agitadas
Tive medo, embora Jesus estivesse ali.
Por Guiomar Barba
22.12.2016
22.12.2016

Nenhum comentário:
Postar um comentário