olhei, e percebi que estás crepusculando.
Não te recintas, não recuses as marcas,
os raios mais belos — projetados pelo sol que se põe.
As memórias mais profundas / retornam ao entardecer.
Não te recintas, não recuses as marcas,
os raios mais belos — projetados pelo sol que se põe.
As memórias mais profundas / retornam ao entardecer.
Talvez você tenha medo da noite escura. Da lua /
do uivo solitário dos lobos que ecoa na sua alma
Talvez tenhas visto a vida como uma equação: /
dividiste, mas esqueceste de multiplicar.
do uivo solitário dos lobos que ecoa na sua alma
Talvez tenhas visto a vida como uma equação: /
dividiste, mas esqueceste de multiplicar.
Não te culpes se falhaste na redação da tua vida;
todos nós nos cobrimos com este manto.
Quando te esqueceste, te descuidaste/
estavas nas esquinas distribuindo amor.
todos nós nos cobrimos com este manto.
Quando te esqueceste, te descuidaste/
estavas nas esquinas distribuindo amor.
Quando o dia escurece, fragiliza-nos; /
chegam, então, fantasmas oportunistas,/
trazendo lembranças sombrias, frias.
Para. Olha firme / os belos raios do sol.
chegam, então, fantasmas oportunistas,/
trazendo lembranças sombrias, frias.
Para. Olha firme / os belos raios do sol.
Por Guiomar Barba
29.04.2017
29.04.2017
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