QUEM SOU EU
Não me chamem de poetisa,
nem mesmo de inspiração;
resulto apenas de devaneios,
de multidões de interrogações.
Sou passos que vagam perdidos entre a multidão.
Sou olhos que perscrutam a potência da escuridão.
Sou pedras no meu próprio caminho.
Sou brisa, sou relva, sou sol.
Posso voar com pássaros,
posso cantar com os rouxinóis.
Deleito-me com fases da lua
Gosto de ouvir o ribombar dos trovões,
dos relâmpagos ao arco-íris,
sinto diferentes sensações.
Sou força, sou fragilidade tamanha,
desfaço-me em muitas lágrimas,
reconstituo-me em gargalhadas,
Sou eu, sou ela, sou nós!
Agora eu se.
Guiomar Barba
01.01.2016
Não me chamem de poetisa,
nem mesmo de inspiração;
resulto apenas de devaneios,
de multidões de interrogações.
Sou passos que vagam perdidos entre a multidão.
Sou olhos que perscrutam a potência da escuridão.
Sou pedras no meu próprio caminho.
Sou brisa, sou relva, sou sol.
Posso voar com pássaros,
posso cantar com os rouxinóis.
Deleito-me com fases da lua
Gosto de ouvir o ribombar dos trovões,
dos relâmpagos ao arco-íris,
sinto diferentes sensações.
Sou força, sou fragilidade tamanha,
desfaço-me em muitas lágrimas,
reconstituo-me em gargalhadas,
Sou eu, sou ela, sou nós!
Agora eu se.
Guiomar Barba
01.01.2016

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